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Thiaguinho pediu desculpas por ter ofendido palmeirenses em festa do Corinthians Foto: Instagram / Reprodução |
O cantor Thiaguinho se retratou por conta do episódio em que teria puxado gritos de “ei, Palmeiras, vai tomar no c...” durante a recepção do clube alvinegro após a conquista do Mundial de Clubes no Japão, em São Paulo. O músico negou que tenha iniciado o coro em cima do trio elétrico, que contava com jogadores alvinegros, mas confirmou que acabou levado pela emoção e cometeu um erro ao xingar o time rival. "A gente ontem estava muito feliz com o título do Corinthians e no meio da festa a gente acabou cometendo algumas bobagens. Em uma onda de não só comemorar nosso título, fizemos brincadeirinhas com outras torcidas. São coisas que acontece normalmente em um bar, com amigos, mas quando você está com o microfone na mão não pode. A gente acabou errando, peço perdão para que a gente possa mudar a mentalidade. Não precisa ofender a outra torcida", disse o cantor em entrevista ao programa Mais Você, da TV Globo.
Após as provocações de Thiaguinho, torcedores do Palmeiras publicaram diversas mensagens no Facebook do cantor, cobrando respeito e pedindo uma retratação, chegando até a ameaçá-lo de morte. O ex-vocalista do Exaltasamba fez questão de dizer que não fez nada de caso pensado e pediu um fim de situações de revoltas violentas como as registradas nesta terça-feira. "Foi sem maldade, mas essa rivalidade que sempre existe no futebol gerou desconforto. Acho cabível, no calor da emoção excedemos um pouquinho, se fosse comigo eu também não gostaria...Todo torcedor tem de se comportar, não repetir mais esses erros, a gente vê tanto exemplo de confusão desnecessária. Temos que pedir esse perdão", completou.
Corintiano assumido, Thiaguinho relembrou ainda que nunca teve problemas deste tipo e que tem bom relacionamento com torcedores e jogadores de rivais do novo campeão mundial. "Eu como músico tenho um relacionamento muito bom em várias tribos. Já cantei em festa de títulos do são paulo, gravei dvd no Palmeiras, sou amigo do Neymar e já visitei o CT do Santos...A gente acaba mexendo com paixão, esqueci que era cantor e formador de opinião. Não puxei (o coro), mas acabei participando dessa manifestação".
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Tite explicou motivos de saída para o meia Douglas Foto: Ricardo Matsukawa / Terra |
A decisão de sacar Douglas do time titular foi anunciada por Tite neste sábado, véspera da final do Mundial de Clubes da Fifa contra o Chelsea. Mas, horas antes, o treinador chamou o meio-campista para um bate-papo particular e o informou sobre o tema antes mesmo de conversar com o grupo, em conversa divulgada à imprensa no Estádio Nissan, em Yokohama.
"É o meu jeito de trabalhar desde o início. O primeiro a saber da minha definição foi o Douglas. Disse que seria o primeiro a saber e a opção seria por um jogador de velocidade. 'Por respeito te digo primeiro, e se prepara para o que vier dentro do jogo e para qualquer situação', eu disse a ele", confessou o treinador corintiano.
"Ele me disse que claro que gostaria de jogar, mas que poderia contar com ele para qualquer hora que quisesse. Quando abriu a conversa aos atletas eu reiterei isso na frente do grupo todo. Ninguém tem o direito de ser maior do que a nossa ambição, do que o Corinthians. E ele foi sentido de um lado, mas grande para compreender que um colega dele vai entrar", acrescentou o técnico.
A opção de Tite em sacar Douglas começou a crescer na última quinta-feira, quando o treinador assistiu ao duelo entre Chelsea e Monterrey. Ao ver o veloz meia-atacante Hazard atuando pelo time inglês, o treinador corintiano pensou que poderia mudar a escalação de sua equipe para uma formação mais rápida, visando anular as investidas da equipe britânica.
Assim, Jorge Henrique fará a função de ala-direita no trio de meias-atacantes do Corinthians, que será formado na decisão também por Danilo (pelo meio) e Emerson (na esquerda). Com Douglas no banco de reservas, Danilo passa a ser o único armador disponível no time titular. O centroavante Paolo Guerrero, por sua vez, atuará isolado na frente. A decisão do Mundial está marcada para as 8h30 (de Brasília) do domingo.
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David Luiz admitiu passado como torcedor do Corinthians Foto: Ricardo Matsukawa / Terra |
Metade do primeiro tempo, e no frio Estádio de Yokohama, ao contrário de gritos de incentivo em língua inglesa ou espanhol, o que se escutou, em bom português, foram vários cantos, dentre os quais um que chamou bastante atenção: "doutor, eu não me engano, David Luiz é corintiano".
Após a vitória tranquila do Chelsea diante do Monterrey, por 3 a 1, que garantiu aos ingleses uma vaga na decisão do Mundial de Clubes da Fifa, no Japão, diante do time paulista, o zagueiro não negou a adolescência corintiana, lembrou dos tempos de Marcelinho Carioca e ressaltou que a equipe inglesa é bastante experiente para saber lidar com a invasão alvinegra em solo nipônico.
"Eu sempre deixei bem claro, eu nasci em Diadema (zona metropolitana de São Paulo) e sempre acompanhei os jogos do Corinthians. Sempre fui corintiano. Hoje estou do outro lado da moeda, sou um jogador profissional e defendo as cores do meu time, e dou tudo pelo Chelsea", deixou claro David Luiz, que por sua vez, ressaltou ainda que é daqueles jogadores profissionais que gostam de estádio cheio.
"Os torcedores vão tentar apoiar o time e tentar ser um diferencial como fazem em muitos jogos no Brasil. Nós, como uma equipe experiente e que já está acostumada a jogar grandes partidas, tem que tratar isso como algo positivo. Eu gosto de jogar com estádio cheio, com quem quer que seja", explicou.
Bem-humorado, como de costume, o defensor, que na partida diante dos mexicanos atuou mais avançado pelo setor de meio-campo, disse que a presença da torcida corintiana não se trata de uma invasão, "já que todo mundo tirou visto para vir para cá". "A gente tem que procurar estar bem em todos os aspectos para não dar chances para o Corinthians de ganhar", completou.
"Tenho agora a oportunidade jogar contra uma grande equipe que é o Corinthians, com grandes jogadores, e quem vai ganhar com isso é o Brasil, com o maior número de jogadores brasileiros jogando uma final de Mundial", reforçou. Além do elenco do clube de Parque São Jorge, outros quatro atletas nacionais também poderão entrar em campo, caso do próprio David Luiz, de Oscar, Ramires e Lucas Piazon.
Lembranças corintianas
David Luiz não apenas deixou claro suas raízes, como ainda deu detalhes da época em que "escutava os jogos no rádio, já que eu morava longe, e não conseguia ir ao estádio. Os jogos eram muito emocionantes, o cara estava no meio-campo ainda, mas parecia que estava quase fazendo o gol".
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Guerrero fez o gol da vitória do Corinthians contra o Al Ahly Foto: Ricardo Matsukawa / Terra |
O atacante Guerrero foi um dos poucos que se salvou na estreia corintiana no Estádio de Toyota. O camisa 9 foi o autor do único gol do time alvinegro na vitória apertada sobre o Al Ahly, e para chegar à partida precisou superar uma série de empecilhos.
O gol saiu aos 30min do primeiro tempo após uma fraca cobrança de escanteio de Douglas, mas o próprio camisa 10 recuperou e, com uma bela rosca, encontrou Guerrero, livre, para tocar de cabeça para o fundo do gol de Ekramy.
Guerrero, contratado no meio do ano junto ao Hamburgo, era o camisa 9 que Tite sonhava desde o início do ano, depois de Liedson cair de rendimento e Adriano ser demitido ainda no Campeonato Paulista.
O jogador, porém, por pouco não ficou ausente deste Mundial. No dia 2, último jogo do Campeonato Brasileiro na derrota por 2 a 1 para o São Paulo, Guerrero deixou o campo com uma suspeita de lesão séria no joelho esquerdo.
O trauma diagnosticado provocava dúvida sobre a ausência em um jogo ou de todo o Mundial. Após fazer infiltração e tratamento relâmpago, Guerrero conseguiu participar dos treinos em Kariya e ser o responsável direto pela classificação para a decisão, ajudando a alegrar os mais de 30 mil torcedores presentes no Estádio de Toyota.
O primeiro tempo corintiano foi nervoso. Com uma linha de quatro na defesa e outra de cinco no meio-campo, o Al Ahly permitiu poucas infiltrações do ataque corintiano. Foram apenas três chutes a gol na primeira etapa, sendo que apenas uma delas em direção à meta egípcia.
Emerson e Paulinho, destaques na conquista da Copa Libertadores, tiveram participação muito tímida ao longo do jogo, enquanto Guerrero foi um dos poucos a conseguir, com luta, proporcionar problemas ao Al Ahly.
Na segunda etapa, o Corinthians voltou pior e ainda permitiu que o Al Ahly tivesse mais domínio do jogo. Os egípcios colocaram o veterano Aboutrika e passaram a incomodar mais a meta de Cássio. Em um dos lances mais perigosos, o camisa 22 encontrou Fathi, livre, para chutar com perigo à esquerda do goleiro Cássio.
Uma das poucas chances do Corinthians veio da esquerda. Após a bola chegar em Guerrero, o peruano fez uma bela jogada e tocou para Paulinho, que acabou tendo o seu chute desviado pela defesa.
Com a classificação, o Corinthians agora aguarda o vencedor do duelo entre Chelsea e Monterrey, do México, marcado para quinta-feira, às 8h30 (de Brasília), em Yokohama, mesmo palco da decisão de domingo.
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Técnico corintiano admitiu queda de produção, mas elogiou primeiro tempo Foto: Ricardo Matsukawa / Terra |
O técnico Tite rebateu os questionamentos sobre o recuo do Corinthians na etapa final durante a vitória apertada, por 1 a 0, sobre o Al Ahly, nesta quarta-feira. A equipe alvinegra sofreu para garantir a vaga para a decisão do Mundial de Clubes, em partida realizada no Estádio de Toyota, no Japão.
"Fizemos um grande primeiro tempo e fomos muito superiores. Botamos volume, infiltramos, fizemos marcação agressiva, chutamos de média distância. Foi um jogo de dois tempos distintos? Coloca na balança e veja quem mereceu", disse Tite.
O treinador corintiano admitiu que a equipe perdeu o domínio do meio de campo depois dos 15min da segunda etapa, quando o Al Ahly decidiu apostar na experiência de Aboutrika para articular as principais jogadas.
"O Aboutrika é mais da organização, pois dá cadência e qualidade, oferecendo mais posse de bola. Passou a ter finalização de fora de área, porém teve infiltração? O Al Ahly abriu mão de ter jogador a mais de área. Nós jogamos com peso da vitória e passamos a errar muitos passes na nossa transição. A partir dos 15min, o Al Ahly teve um domínio maior", admitiu.
O comandante alvinegro afirmou que não deu qualquer ordem para o time recuar. Além disso, Tite completou que procurou atenuar a pressão egípcia ao colocar dois jogadores de mais movimentação apostando em Jorge Henrique e Romarinho nos lugares de Douglas e Emerson, respectivamente.
"Esse recuo é inconsciente. Em um jogo de mata-mata, quando há uma equipe com mais responsabilidade, é natural que recue depois de ver o tempo passando e o segundo gol não sair. O time acaba perdendo a sua naturalidade e isso aconteceu nos minutos finais", afirmou
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No Corinthians desde 2008, lateral Alessandro será o capitão no Mundial Foto: Ricardo Matsukawa / Terra |
Na véspera de estrear no Mundial de Clubes da Fifa, o técnico Tite explicou a escolha do lateral direito Alessandro como capitão do Corinthians que irá disputar a competição a partir desta quarta-feira. O treinador ressaltou a escolha pela experiência do camisa 2, que disputou o Campeonato Brasileiro da Série B pelo time alvinegro em 2008.
"Foi um atleta que veio em momento muito difícil, com a equipe na segunda divisão. Como outros também, mas ele se fazia merecedor da faixa de capitão", definiu o comandante, que negou ter dado a faixa a Alessandro por conta do gol contra o Palmeiras em 2011, em vitória que pode ter impedido a demissão dele.
"Palavra de honra. Isso está diretamente ligado à minha permanência. Não tem, tem história no clube, seria egoísta da minha parte fazer isso. É o reconhecimento de um trabalho e de uma conduta profissional", afirmou o treinador, que na ocasião estava com o cargo ameaçado após ter sido eliminado pelo Tolima-COL na pré-Libertadores da América.
"A faixa de capitão é uma responsabilidade de todos como um todo. O Larrionda fez uma palestra conosco e fez uma pergunta quem é o capitão? E Alessandro respondeu: 'todos nós de alguma forma'. Alguns são escolhidos, claro, pelo tempo, como é o caso do Alessandro. E nesse respeito falo para ele, quando dei o abraço ao final da Libertadores", continuou Tite.
O Corinthians estreia na semifinal do Mundial de Clubes nesta quarta, contra o Al Ahly, em duelo marcado para as 8h30 (de Brasília), no Estádio de Toyota. Caso vença, a equipe encara o vencedor do duelo entre Chelsea e Monterrey, agendado para a próxima quinta, em Yokohama.
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Galvão Bueno afirmou que não pretende "parar tão cedo" de narrar os principais eventos esportivos Foto: Ricardo Matsukawa / Terra |
O Corinthians será o Brasil no Mundial de Clubes da Fifa, no Japão. Se alguém ainda tinha alguma dúvida, ela está desfeita. Literalmente. Quer dizer, pessoalmente. O Terra, com exclusividade, entrevistou Galvão Bueno. Após aterrissar em solo nipônico na última segunda-feira para acrescentar ao seu currículo a participação do sétimo time brasileiro na competição intercontinental (não narrou apenas o Santos no ano passado), o maior nome esportivo da TV Globo afirmou que dá risada de quem aposta em sua aposentadoria nas transmissões.
"Eu dou muita risada quando eu vejo que todo mundo fala da minha aposentadoria, que já determinaram época, data e dia. Eu não pretendo parar tão cedo", disse o narrador, que gerou suspeitas sobre o público após encerrar sua participação na Copa do Mundo da África, em 2010, dizendo que seu trabalho na edição, no Brasil, em 2014, do maior evento de futebol mundial, seria como uma passagem de bastão.
"As pessoas não entenderam nada do que eu falei. Nada. Eu disse que, como fiz 10 Copas do Mundo, todas elas fora do Brasil, já que na de 1950 eu nasci dias depois da Copa, o jogo de encerramento da Copa da África do Sul foi um final de um ciclo. Eu disse que aquela era a última Copa que eu me vejo fazendo fora do Brasil, porque muito provavelmente não estarei narrando em 2018 na Rússia", explicou Galvão.
A reportagem, então, questiona até quando vai durar o ciclo Galvão Bueno, razão de amor e ódio entre os telespectadores, mas, definitivamente, um ícone da TV brasileira. "Não existe o ciclo do Galvão. Existe o meu trabalho e enquanto eu imaginar que possa fazê-lo de forma bem feita, com qualidade, eu continuo. Não existe data. Nem nada", reforçou Galvão, que sim, já está com o bordão engatilhado na garganta: "o Corinthians será o Brasil no Mundial de Clubes. E é claro que isso vai gerar uma série de resposta", disse, nem um pouco preocupado.
Ao lado de Casagrande e Arnaldo César Coelho, Galvão Bueno estará à frente da transmissão de Corinthians x Al Ahly, às 8h30 (de Brasília) desta quarta-feira. O narrador disse que, por mais que já tenha sido a voz das participações de Flamengo, Grêmio, Cruzeiro, Internacional, Palmeiras e São Paulo, "nunca vi mobilização igual a essa". "Como é que chama este estádio aqui mesmo", questiona, dentro das dependências do Estádio de Toyota, momentos antes da conferência de imprensa do técnico Tite e do capitão Alessandro, nesta terça-feira. "Para mim isso aqui é o Pacaembu", ri.
A legião de corintianos que tomou conta do Japão, e a intensa cobertura de toda a imprensa brasileira, de longe, a que está em maior número em solo japonês, na opinião do narrador, não traz pressão, mas "talvez por essa mobilização da torcida, pela forma como tudo foi tratado, seja um momento diferenciado".
"É uma responsabilidade, afinal de contas, é um clube representando um país. Eu me sinto bem, me motiva, me sinto sempre bem quando faço um tipo de jogo como esse. Você, momentaneamente, veste a camisa do time que está encarando esse desafio", completou Galvão, que ainda fez duas ponderações a cerca do debute corintiano no Mundial da Fifa diante dos egípcios.
"Alguns pontos pesam: o time está em fim de temporada, está frio pra caramba e tem a pressão da estreia que sempre é muito grande, com a responsabilidade do favoritismo", avaliou. "Por outro lado, o time está extremamente focado. Poucas vezes eu vi um time tão bem preparado para um tipo de torneio de tiro curtíssimo. O mundo aguarda o Corinthians na final", finalizou.
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Equipe mexicana cortou Suazo e De la Peña do torneio; apenas o segundo será substituído Foto: André Naddeo / Terra |
No mesmo dia em que confirmou sua classificação para a semifinal do Mundial de Clubes para enfrentar o Chelsea, o Monterrey teve que anunciar o corte de dois jogadores da competição. Por contusões, o atacante Humberto Suazo e o meio-campista César de la Peña deixarão o Japão antes do resto da delegação.
A maior lamentação é por Suazo. O atacante chileno era a maior aposta da equipe mexicana, mas já não pôde participar da vitória por 3 a 1 sobre o Ulsan Hyundai, da Coreia do Sul, neste domingo, devido a uma lesão muscular. Os médicos confirmaram que ele não terá condições de entrar em campo no torneio.
"Ele está descartado. Está com uma distensão e precisará voltar para fazer um trabalho de reabilitação", anunciou o técnico Víctor Vucetich, chateado com a notícia. "O Suazo é uma referência para a nossa equipe por sua capacidade de marcar gols. Vai fazer contra o Chelsea, mas temos que jogar com o que temos."
Já De la Peña foi cortado por ter uma infecção no joelho e voltará para o México mais cedo com Suazo. O meio-campista, porém, poderá ser substituído porque o Monterrey solicitou a inclusão de um novo nome à Fifa 24 horas antes de seu próximo jogo. O jovem Salvador Jasso já embarcou para o Japão.
O Monterrey enfrenta o Chelsea às 8h30 (horário de Brasília) de quinta-feira, no Estádio Internacional da cidade de Yokohama. O vencedor do confronto enfrenta na final de domingo, também em Yokohama, quem vencer entre Corinthians e Al Ahly, do Egito, que disputam a outra semifinal na quarta-feira.