Shively, 45 anos, cujos seis anos na Microsoft terminaram em 2009, disse que estava atrás de 10 milhões de dólares de investidores para dar início ao negócio. O uso, venda e posse de maconha continua ilegal nos Estados Unidos sob a lei federal. Dois Estados americanos, no entanto, legalizaram o uso recreativo da maconha e estão entre os 18 Estados que permitem seu uso para fins médicos.
"É um mercado gigante em busca de uma marca", disse Shively sobre a indústria da marijuana. "Ficaríamos felizes se obtivéssemos 40 por cento do mercado mundial."
Um relatório da Organização das Nações Unidas de 2005 estimou que o negócio global da maconha em US$ 142 bilhões. Os Estados de Washington e Colorado tornaram-se os primeiros a legalizar a maconha para uso recreativo nos EUA quando os eleitores aprovaram a legalização em novembro.
Shively exibiu seus planos, junto com sua visão para um futuro no qual a maconha será importada do México, em uma conferência no centro de Seattle na quinta-feira. Ao seu lado estava o ex-presidente mexicano Vicente Fox, conhecido de Shively de longa data e que vem sendo um defensor da descriminalização da maconha. Fox disse que estava ali para apoiar a empresa de Shively, mas que não tinha participação financeira na mesma.
Shively disse à Reuters tem esperança que Fox possa ter papel de consultor em sua empresa, chamada Diego Pellicer em homenagem ao bisavô de Shively, produtor de cânhamo. A venda de cânhamo ou maconha permanece ilegal em grande parte do mundo, embora países principalmente na Europa e nas Américas tenham descriminalizado a posse de pequenas quantias do produto. Um número maior de países descriminalizou ou legalizou o cânhamo para uso medicinal.


.png)
0 comentários