(do Terra) A britânica Jessica Ennis, do
heptatlo, afirmou que o sistema de
seleção da equipe, baseado nas
Seletivas que acontecerão em
Birmingham, neste fim de semana,
é mais justo do que o de outros
países, como o dos EUA e da
Jamaica.
Em entrevista ao jornal The
Telegraph, Ennis elogiou o formato
estabelecido no Reino Unido, que
define os atletas de forma mais justa
e criteriosa. Para ela, as Seletivas dos
EUA são praticamente uma
Olimpíada antes da Olimpíada, em
que os atletas não têm uma
segunda chance por qualquer lesão
ou doença.
Nesse sentido, a heptatleta valorizou
o sistema britânico, que permitiu,
por exemplo, que ela já tenha sua
vaga confirmada para os Jogos de
Londres. Apesar de admitir
participar apenas do heptatlo, em
que ela diz estar concentrada para
ganhar a medalha de ouro, ela se
inscreveu nas Seletivas do salto em
altura, salto em distância, nos 200
m, e nos 100 m com barreiras. No
entanto, ela não excluiu a
possibilidade de participar desta
última na Olimpíada.
A principal barreira para participar
de um segundo evento é o tempo
de intervalo após o encerramento
do heptatlo: um dia. Segundo
Jessica, a recuperação leva dois ou
três dias. Ela explica que participará
da prova caso se sinta bem para
isso ou algo tenha dado errado em
sua competição principal.


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