(do G1) A criação de emprego nos Estados
Unidos cresceu em ritmo mais forte do
que era esperado em julho ,
impulsionada pelas muitas
contratações do setor privado. O
movimento que pode ajudar a reduzir
as preocupações com uma nova
recessão no país, agravadas pela
demora na aprovação de um plano de
aumento do teto da dívida americana ,
que levou os Estados Unidos a quase
declarar um inédito calote.
Na véspera, o clima de incerteza sobre
a saúde da economia mundial
derrubou as bolsas em todo o mundo .
De acordo com os dados do
Departamento de Trabalho do
governo norte -americano , os dados
das folhas de pagamento do país
apontaram crescimento de 117 mil ,
acima da expectativa do mercado , que
previa alta de 75 mil a 85 mil vagas.
A taxa de desemprego caiu para 9, 1%
ante 9, 2% em junho, motivada , no
entanto, mais pelas pessoas que
deixaram de fazer parte da população
considerada força de trabalho.
O relatório mostrou que o setor
privado, que corresponde a 70 % da
força de trabalho dos EUA, criou 154
mil empregos em julho, acima dos 80
mil de junho. O setor de manufatura
abriu 24 mil vagas, mais do que o
dobro do registrado um mês antes .
Até mesmo o debilitado setor de
construção teve bom desempenho,
com aumento de 8 mil no número de
empregos.
No entanto, o setor público continuou
reduzindo a quantidade de postos de
trabalho , com queda de 37 mil em
julho , pelo nono mês seguido.
Do total de 6 ,2 milhões de norte -
americanos desempregados em julho ,
44, 4% estavam sem emprego há mais
de seis meses.
A renda dos norte -americanos cresceu
moderadamente . Os ganhos médios
por hora aumentaram US $ 0 ,10, para
US$ 23 ,13. Durante o último ano , os
ganhos subiram apenas 2 ,3 %.


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