Homem que arrombou casa de Jobs é condenado a sete anos de prisão

Kariem McFarlin, que arrombou a casa de Steve Jobs no ano passado, foi condenado a sete anos de prisão Foto: Polícia de Santa Clara / Reprodução
Kariem McFarlin, que arrombou a casa de Steve Jobs no ano passado, foi condenado a sete anos de prisão
Foto: Polícia de Santa Clara / Reprodução
Kariem McFarlin, o homem de 35 anos que roubou a casa de Steve Jobs em agosto, nos Estados Unidos, foi condenado a sete anos de prisão. Ele se declarou culpado no final do ano passado e pediu desculpas à viúva de Jobs. McFarlin roubou mais de US$ 60 mil em computadores e objetos pessoais da casa de Jobs. Segundo o jornal Daily Mail, ele também se declarou culpado de arrombamento em outras seis casas. Ele alegou problemas financeiros como justificativa para os furtos. Ele foi detido no dia 2 de agosto, semanas depois do incidente, e indiciado formalmente por roubo e venda de objetos roubados, sendo que a justiça estipulou uma fiança de US$ 500 mil. O crime, que segundo a polícia foi "completamente aleatório", só foi divulgado à imprensa após a apresentação das acusações contra McFarlin. Alheio à história, um homem chamado Kenneth Kahn, que atua profissionalmente com o nome de "Kenny o Palhaço", teve em mãos um iPad que foi roubado da casa de Jobs. Segundo informações da agência de notícias AP, Kahn recebeu o dispositivo do próprio McFarlin. O palhaço profissional afirmou que não tinha ideia da origem do tablet até McFarlin ser preso. Ele ficou com o dispositivo durante alguns dias, até a polícia solicitar que ele entregasse o objeto. De acordo com o jornal The San Jose Mercury News, Kahn disse que não chegou a examinar o conteúdo do iPad, e que somente transferiu algumas faixas de música para o tablet. "Não notei nada em especial", relatou Kahn, que se apresenta como palhaço a crianças e turistas na região de São Francisco, sobre o iPad. "Parecia normal. Eu o utilizei basicamente como um iPod", explicou. "Todavia, eu ainda não digeri isso 100%. Era o iPad de Steve, literalmente", disse ele. "Se a situação não fosse tão trágica, seria cômica", observou.
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