(do Terra) O gol de letra, em jogada espetacular com o parceiro Neymar, poderia ser o "hours-concours" de Paulo Henrique Ganso nesta quinta-feira, no massacre do Santos por 8 a 0 sobre o Bolívar, em duelo válido pela rodada de volta das oitavas de final da Copa Libertadores da América. O meia, no entanto, foi além: consolidou a boa fase na carreira diante de insistentes pedidos do técnico Muricy Ramalho para entrar na área e ganha como prêmio a fama de "rei dos golaços". Os dois marcados nesta noite na Vila Belmiro, na partida que confirmou a presença santista nas quartas de final, ainda o credenciaram ao sétimo gol em 22 jogos - o terceiro nas últimas duas partidas. Dono do meio-campo santista, o camisa 10 ainda protagonizou um dos lances mais plásticos do jogo, em um chapéu aos 29min do primeiro tempo. Já o gol de letra é digno de nova placa, feito já recebido no último dia 22 pelo tento marcado em 15 de abril, espécie de "presente pelo centenário". Mais tranquilo, longe de polêmicas, Ganso agora só joga futebol e está próximo de voltar ao ápice do momento que viveu em 2010, com Dorival Júnior. O time, novamente, não é mais o mesmo sem ele. A fase do 10 santista vai além dos golaços. Ganso também está longe das lesões que o atormentaram na última temporada. Os gols de falta, antes raros, já saíram em dose dupla na temporada. O "garçom" agora também marca.
Ganso acata pedido de Muricy e consolida fase de "rei dos golaços"
(do Terra) O gol de letra, em jogada espetacular com o parceiro Neymar, poderia ser o "hours-concours" de Paulo Henrique Ganso nesta quinta-feira, no massacre do Santos por 8 a 0 sobre o Bolívar, em duelo válido pela rodada de volta das oitavas de final da Copa Libertadores da América. O meia, no entanto, foi além: consolidou a boa fase na carreira diante de insistentes pedidos do técnico Muricy Ramalho para entrar na área e ganha como prêmio a fama de "rei dos golaços". Os dois marcados nesta noite na Vila Belmiro, na partida que confirmou a presença santista nas quartas de final, ainda o credenciaram ao sétimo gol em 22 jogos - o terceiro nas últimas duas partidas. Dono do meio-campo santista, o camisa 10 ainda protagonizou um dos lances mais plásticos do jogo, em um chapéu aos 29min do primeiro tempo. Já o gol de letra é digno de nova placa, feito já recebido no último dia 22 pelo tento marcado em 15 de abril, espécie de "presente pelo centenário". Mais tranquilo, longe de polêmicas, Ganso agora só joga futebol e está próximo de voltar ao ápice do momento que viveu em 2010, com Dorival Júnior. O time, novamente, não é mais o mesmo sem ele. A fase do 10 santista vai além dos golaços. Ganso também está longe das lesões que o atormentaram na última temporada. Os gols de falta, antes raros, já saíram em dose dupla na temporada. O "garçom" agora também marca.


.png)
0 comentários