(do G1) O líder do governo na Câmara dos Deputados , deputado Cândido Vaccarezza ( PT-SP ), afirmou nesta segunda-feira (5) que não é possível atender à reivindicação do Judiciário de aprovar um reajuste salarial de mais de 50 % para servidores do Judiciário . Vaccarezza disse que o projeto que está na Casa "não pode ser votado ".
"O problema é que não é possível hoje atender uma reivindicação de dar um reajuste de mais de 50% para o setor, por mais importante que seja. Acho que o caminho é o bom diálogo com Judiciário, Executivo, Legislativo e chegar a uma alternativa para o Judiciário . O projeto que está aqui não pode ser votado", disse.
Vaccarezza disse que o tema não foi discutido na reunião da coordenação política nesta segunda, entre a presidente Dilma Rousseff , ministros e líderes no Congresso. Vaccarezza, porém, disse que falou sobre o
assunto com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, na última sexta- feira (2), por telefone. "Não queremos fazer nenhum gasto que comprometa a administração do país. O gasto é : investimento , saúde e
educação. [...] O aumento do Judiciário eu conversei com a Miriam e também o aumento está no patamar do que discutimos do funcionalismo. Existe um processo de discussão, não é possível você dar um aumento de ou superior 50% a uma categoria. Não tem condição de fazer isto agora", afirmou. O Judiciário quer um aumento de 14, 79% para os magistrados e de 56% para os servidores, o que gera uma despesa estimada em R$ 7,7 bilhões por ano. Na última sexta, o Planalto enviou ao Congresso o pedido do Judiciário após mal estar entre membros do STF. A despesa não constava do texto original do orçamento entregue na última quarta ( 31) pelo Executivo ao Congresso. O que o governo fez nesta sexta foi repassar ao Congresso o
pedido feito pelo Judiciário, para que os parlamentares decidam se o gasto será incluído no orçamento do ano que vem. Vaccarezza afirmou que cerca de 10 associações ligadas ao Judiciário pediram audiência com ele, para o próximo dia 21. Coordenação política Segundo Vaccarezza , a presidente Dilma Rousseff demonstrou preocupação, durante a reunião da coordenação política , com a expectativa do aprofundamento da crise econômica internacional. O alerta foi feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, aos presentes na reunião.
" A expectativa é o Brasil reagir de forma firma à crise e , inclusive, aproveitando este momento como de
grandes possibilidades de melhorarmos nossa economia. [...] A crise está aumentando , está claro que alguns países terão recessão e que os EUA não vão crescer tanto quanto gostariam de crescer " , relatou o líder. Eleições 2012
O líder do governo comentou a pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda , que mostra a senadora e
pré -candidata à Prefeitura, Marta Suplicy , em vantagem na corrida eleitoral para São Paulo. Em São Paulo, o ex- presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer lançar o ministro da Educação , Fernando Haddad, que apareceu com 2% nas pesquisas. Vaccarezza afirmou, no entanto, que Lula "nunca trabalhou contra as prévias ". "Lula nunca fez movimento contra prévias e contra Marta. Eu conversei com o presidente Lula e movimento contra Marta nunca fez. Ele sempre teve a idéia de que, em São Paulo, é importante trabalharmos com nomes novos. Isso o PT vai discutir até o dia que o PT resolver o candidato" , disse. Para o líder, o resultado da pesquisa com antecedência não tem "muito valor ". "Não dá, por essa pesquisa , dizer que
vai ganhar . Precisa avaliar com cuidado" , disse .
Marco regulatório da mídia Sobre o marco regulatório do PT, aprovado em resolução do partido
neste domingo , Vaccarezza disse que o documento trata da " necessidade de aprofundar a democracia no Brasil " e que o projeto não tem data para ser votado no Congresso.
"O problema é que não é possível hoje atender uma reivindicação de dar um reajuste de mais de 50% para o setor, por mais importante que seja. Acho que o caminho é o bom diálogo com Judiciário, Executivo, Legislativo e chegar a uma alternativa para o Judiciário . O projeto que está aqui não pode ser votado", disse.
Vaccarezza disse que o tema não foi discutido na reunião da coordenação política nesta segunda, entre a presidente Dilma Rousseff , ministros e líderes no Congresso. Vaccarezza, porém, disse que falou sobre o
assunto com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, na última sexta- feira (2), por telefone. "Não queremos fazer nenhum gasto que comprometa a administração do país. O gasto é : investimento , saúde e
educação. [...] O aumento do Judiciário eu conversei com a Miriam e também o aumento está no patamar do que discutimos do funcionalismo. Existe um processo de discussão, não é possível você dar um aumento de ou superior 50% a uma categoria. Não tem condição de fazer isto agora", afirmou. O Judiciário quer um aumento de 14, 79% para os magistrados e de 56% para os servidores, o que gera uma despesa estimada em R$ 7,7 bilhões por ano. Na última sexta, o Planalto enviou ao Congresso o pedido do Judiciário após mal estar entre membros do STF. A despesa não constava do texto original do orçamento entregue na última quarta ( 31) pelo Executivo ao Congresso. O que o governo fez nesta sexta foi repassar ao Congresso o
pedido feito pelo Judiciário, para que os parlamentares decidam se o gasto será incluído no orçamento do ano que vem. Vaccarezza afirmou que cerca de 10 associações ligadas ao Judiciário pediram audiência com ele, para o próximo dia 21. Coordenação política Segundo Vaccarezza , a presidente Dilma Rousseff demonstrou preocupação, durante a reunião da coordenação política , com a expectativa do aprofundamento da crise econômica internacional. O alerta foi feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, aos presentes na reunião.
" A expectativa é o Brasil reagir de forma firma à crise e , inclusive, aproveitando este momento como de
grandes possibilidades de melhorarmos nossa economia. [...] A crise está aumentando , está claro que alguns países terão recessão e que os EUA não vão crescer tanto quanto gostariam de crescer " , relatou o líder. Eleições 2012
O líder do governo comentou a pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda , que mostra a senadora e
pré -candidata à Prefeitura, Marta Suplicy , em vantagem na corrida eleitoral para São Paulo. Em São Paulo, o ex- presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer lançar o ministro da Educação , Fernando Haddad, que apareceu com 2% nas pesquisas. Vaccarezza afirmou, no entanto, que Lula "nunca trabalhou contra as prévias ". "Lula nunca fez movimento contra prévias e contra Marta. Eu conversei com o presidente Lula e movimento contra Marta nunca fez. Ele sempre teve a idéia de que, em São Paulo, é importante trabalharmos com nomes novos. Isso o PT vai discutir até o dia que o PT resolver o candidato" , disse. Para o líder, o resultado da pesquisa com antecedência não tem "muito valor ". "Não dá, por essa pesquisa , dizer que
vai ganhar . Precisa avaliar com cuidado" , disse .
Marco regulatório da mídia Sobre o marco regulatório do PT, aprovado em resolução do partido
neste domingo , Vaccarezza disse que o documento trata da " necessidade de aprofundar a democracia no Brasil " e que o projeto não tem data para ser votado no Congresso.


.png)
0 comentários