Dossiê gramados : Brasil persegue o padrão europeu de qualidade

(do GE) Na final da Copa do Mundo de 1970 , o
Brasil vencia a Itália por 3 a 1 quando
Pelé recebeu a bola e rolou para
Carlos Alberto Torres, que subia em
velocidade pela direita. Após o belo
chute, a bola morreu no canto direito,
estufando a rede. Mas a jogada
guardou um detalhe perceptível
apenas com a aproximação da câmera
de televisão. Antes de o lateral
brasileiro acertar a batida , uma
pequena falha no gramado levantou a
bola, que pegou " na veia" para atingir
o caminho perfeito. Possivelmente
esse detalhe não aconteceria hoje em
dia nos campos classe A .
Muitas coisas evoluíram com rapidez
no futebol , e isso se aplica aos
gramados. Os tapetes vistos pela
Europa podem ser comparados a
alguns bons pisos brasileiros , como o
de Vila Belmiro, Olímpico, Beira -Rio e
Ressacada , por exemplo, mas trazem
uma reflexão sobre os casos da Arena
da Baixada, uma das sedes da Copa
do Mundo de 2014, e do Engenhão,
estádio que recebeu mais jogos no
país neste ano.
Gramado.

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