A medida, tomada pela última vez em 1973, pretende canalizar a água para casas, fazendas, áreas selvagens e uma pequena refinaria de petróleo na bacia do rio Atchafalaya, mas evitaria inundações em Baton Rouge e Nova Orleans.O grupo de engenheiros abriu um vertedouro de Morganza, uma série de comportas 72 km a noroeste de Baton Rouge, a capital e segunda maior cidade do estado.
Cerca de 7.770 quilômetros quadrados de terra devem ser inundados por até seis metros de água durante várias semanas.
Na sexta-feira, o presidente da Comissão Rio Mississipi, general Michael Walsh, ordenou que a unidade do Exército abrisse as comportas quando a vazão chegasse a 1,5 milhão de metros cúbicos por segundo na região de Red River Landing, ao norte de Baton Rouge.
Na manhã de sexta-feira, de acordo com a última medição disponível, a vazão alcançou 1,45 milhão de metros cúbicos por segundo.
Além de ameaçar áreas densamente povoadas, a vazão do rio Mississippi poderia forçar o fechamento de pelo menos oito refinarias e de uma usina nuclear às margens do rio.
As refinarias respondem por 12 por cento da capacidade dos Estados Unidos de produzir gasolina e outros combustíveis.


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