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Pessoas retiraram dois dos pinguins da avenida Osny Ortiga e os devolveram à água. Foto: Fabricio Escandiuzzi/Especial para Terra
Pessoas retiraram dois dos pinguins da avenida Osny Ortiga e os devolveram à águaFoto: Fabricio Escandiuzzi/Especial para Terra
    (do Terra) Cinco pinguins chamaram a atenção de curiosos no final da tarde desta terça-feira, em Florianópolis. Os animais chegaram a entrar em uma das principais ruas da Lagoa da Conceição, um dos pontos mais movimentados da cidade. De acordo com os moradores, os cinco pinguins estariam na região desde o fim da tarde de domingo. Eles contam com placas de identificação e chegaram a se aproximar dos populares que paravam para tirar fotografias. Pessoas retiraram dois dos pinguins da avenida Osny Ortiga e os devolveram à água. "Tinha muito carro na avenida e ficamos com medo deles acabarem sendo mortos", disse o empresário Luiz Claúdio Fortes, 28 anos, que passava pelo local. "O problema é que eles vão atrás das pessoas, são muito mansos." É comum o surgimento de pinguins na Lagoa da Conceição. De acordo com as informações da Polícia Militar Ambiental, os animais usam o espaço, com águas mais quentes e calmas, para se alimentar e descansar. A polícia quer recapturar os pinguins pelo fato de o grupo estar invadindo as ruas e correndo o risco de atropelamento.

    (da Reuters) A ameaça que as mudanças climáticas podem representar à paz no mundo fez com que o Conselho de Segurança (CS) das Nações Unidas, após quatro anos, voltasse a discutir, nesta quarta-feira (20), se o órgão deve se ocupar deste tema.
    O debate foi convocado pela Alemanha, que preside o CS neste mês. Representantes de nações ocidentais disseram que a crescente aridez provocada pela mudanças climáticas já contribuíram com conflitos na região sudanesa de Darfur e na Somália, onde a ONU acaba de declarar situação de fome generalizada em duas áreas.


    "Que não haja dúvidas: não estamos falando de um pequeno número de pessoas numa ilha remota tendo que deixar seu pedaço de praia. Falamos de elevações no nível do mar que podem impactar seriamente as vidas de milhões de pessoas que vivem perto da costa", escreveu em artigo no site "The Huffington Post", publicado nesta terça-feira, o representante alemão para a ONU, Peter Wittig. "As pessoas vão entrar em conflito por recursos básicos, serão forçadas a mudar e até mesmo a emigrar", acrescentou.
    No debate do CS, em Nova York, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon disse que o aumento de eventos climáticos extremos, que têm se tornado mais frequentes e intensos, podem deixar "perigosos vácuos de segurança".
    Impasse
    Durante a sessão, governos ocidentais desenvolvidos divergiram da Rússia e de alguns países em desenvolvimento a respeito da tese de que a mudança climática é um tema para o CS.
    Diplomatas ouvidos pela agência Reuters disseram que a Rússia bloqueou, ao menos temporariamente, a adoção de uma declaração do Conselho sobre o tema. Uma nova versão do texto deverá ser discutida pelos 15 países que formam o conselho, mais importante instância da ONU.
    A embaixadora dos EUA na ONU, Susan Rice, disse que Washington acredita fortemente que o CS "tem uma responsabilidade essencial de tratar das evidentes implicações de um clima em mutação para a paz e a segurança", e que deve fazer isso "desde já".
    Politização
    O representante russo, Alexander Pankin, se disse "cético" sobre as tentativas de colocar as implicações da mudança climática na pauta do conselho, o que, segundo ele, enfrenta a oposição de vários países. "Acreditamos que envolver o Conselho de Segurança numa revisão regular da questão da mudança climática não irá agregar valor algum e irá meramente levar a uma maior politização dessa questão e a mais discordâncias entre os países", disse.
    Índia e Brasil, membros temporários do CS, também disseram duvidar da conveniência de envolver essa instância no debate. O embaixador indiano, Hardeep Singh Puri, disse que o CS "não tem os meios para tratar da situação".
    Nações em desenvolvimento se queixam do que consideram ser uma tentativa dos países poderosos do Conselho de interferirem no território da Assembleia Geral, que reúne os 193 países da entidade, e na Convenção-Quadro da ONU sobre as Mudanças Climáticas.
    (do Estadão) Uma nova pesquisa publicada nesta terça-feira, 12, em uma conferência sobre florestas na Indonésia - aberta pelo vice-presidente Boediono - sugere que o país com maior cobertura florestal da Ásia está pagando um preço muito alto por falhar em garantir direitos sobre florestas em disputa às comunidades locais.


    "Há evidências de que as comunidades são gestoras confiáveis dos recursos naturais e das florestas, mas por alguma razão a Indonésia ainda tem de abraçar o conceito do direito de posse com mais seriedade", afirmou Dominic Elson, consultor independente da Trevaylor Consulting. "Até que isso seja resolvido, será difícil fazer mais do que progressos simbólicos nas questões prementes relacionadas ao uso da terra como desmatamento, conflito e investimentos equivocados que minam o desenvolvimento. Isso não terá resultados ruins apenas para a floresta, a biodiversidade e as mudanças climáticas - mas terá profundas implicações para a economia e o desenvolvimento social a longo prazo."


    O estudo de Elson foi um dos vários apresentados esta semana em Lombok pela Rights and Resources Initiative (RRI) em uma conferência internacional sobre florestas organizada em parceria com o Ministério das Florestas da Indonésia e a International Tropical Timber Organization (ITTO). A conferência reúne pesquisadores, gestores e líderes de comunidades florestais da Indonésia para discutir o papel fundamental do controle local e da melhora da governança no alívio da pobreza e na expansão do manejo sustentável das florestas, bem como na redução de emissões por desmatamento e degradação florestal (REDD).


    Pesquisas anteriores feitas pela RRI e outros institutos mostram que populações indígenas e comunidades demonstraram ser melhores administradoras do que o Estado em locais onde o controle das áreas de floresta foi concedido a elas.


    A Indonésia é dona da quinta maior área florestal do mundo e uma das maiores emissoras globais de carbono, em contraste com outras nações da região, como India, China e Vietnam, que delegaram vastas áreas de florestas a comunidades.

    O governo do País reconhece que há quase 30 mil aldeias em terras reivindicadas pelo governo, mas as comunidades têm direito a menos de um por cento das florestas do país.


    Por exemplo, os 60 milhões de hectares que a Indonésia havia reservado para as comunidades em 2002 caíram para 23 milhões de hectares até 2008, segundo dados do governo. Os novos dados mostram que em 2010, menos de 100 mil hectares tinham sido legalmente reconhecidas como sob controle local, muito aquém da meta de conceder, pelo menos, 500 mil hectares por ano.


    "Com esse nível de falha no alcance de metas, a Indonésia vai continuar a ficar para trás em relação aos países vizinhos na concessão de direitos de posse da Terra. O Estado ainda tem de abraçar o conceito de florestas controladas localmente com mais seriedade", diz Nonette Royo, diretor executivo do Samdhana Institute.


    Dominic Elson cita o caso de 40 milhões de indonésios que vivem em áreas degradadas designadas como florestas públicas, mas não têm direito à terra nem mesmo nessas áreas sem floresta. "Isso limita suas opções de meios de subsistência, pois a terra não pode ser usada para a agricultura. Na maioria dos casos eles também não podem obter uma autorização para o reflorestamento, e não têm poder político para obter uma autorização para as culturas tais como óleo de palma ou de cacau."
    (do Estadão) As águas do Lago Titicaca, na fronteira entre Bolívia e Peru, sofrem com o despejo de esgoto dos habitantes que moram nas suas imediações e com a poluição da mineração.


    Essas são algumas das conclusões de um estudo realizado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) com recursos do governo da Espanha.


    O projeto analisou as perspectivas ambientais do lago, que ocupa uma superfície de mais de 8,5 mil quilômetros quadrados. Também abordou a situação do Rio Desaguadero, na Bolívia, e do Lago Poopó e do Lago Coipasa, cursos hídricos localizados na região de Oruro, na parte oeste da Cordilheira dos Andes. No total, mais de 25 rios deságuam no lago, que também tem várias ilhas habitadas.


    O coordenador-geral do projeto, Alfonso Alem, afirmou que o Titicaca "é um lago saudável, limpo e vivo, mas que possui focos de poluição, que são preocupantes". As áreas mais afetadas pela poluição estão próximas a assentamentos humanos.


    Atualmente, cerca de 3 milhões de pessoas vivem às margens dos lagos e rios da bacia do Titicaca. Segundo o estudo, o esgoto gerado por essas ocupações deve duplicar até 2025.


    Outro fator ligado à ocupação humana que causa poluição à bacia é a atividade de mineração e a indústria, especialmente no Lago Poopó. Além disso, as águas da bacia do Titicaca sofrem com fatores naturais, como a evaporação de 95% das águas, o que limita a capacidade de regeneração do ecossistema.


    O estudo reuniu especialistas bolivianos e peruanos e contou com um financiamento de US$ 1,6 milhão da Espanha, fruto de um acordo de cooperação firmado em 2006.
    (do Estadão) A ONU disse que os investimentos globais em energia renovável saltaram 32% para um total de US$ 211 bilhões (R$ 327 bilhões) no ano passado, impulsionados pelo crescimento da energia éolica na China e de painéis de energia solar na Europa.

    Relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) mostra que o uso de energia solar, eólica, biomassa e outras formas de energia verde está crescendo, apesar da falta de progresso em negociações internacionais para diminuir as emissões de gases de efeito de estufa originários da queima de combustíveis fósseis.

    O relatório mostra ainda que o mundo em desenvolvimento, liderado pela China, pela primeira vez atraiu a maior parte dos investimentos em projetos de grande porte de energia renovável. A China gastou US$ 48,9 bilhões (R$ 76 bilhões) em tais projetos, a maior parte em energia éolica – aumento de 28% em relação a 2009.

    Os Estados Unidos ficaram em segundo lugar, com investimentos de US$ 23,8 bilhões (R$ 37 milhões).
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